5 tendências que vão transformar o futuro das despesas corporativas

Em 2026, o mercado brasileiro de viagens corporativas deve movimentar cerca de R$ 183 bilhões, liderando o crescimento percentual entre os 15 principais mercados globais com alta projetada de 13,8%, conforme dados divulgados pela Global Business Travel Association (GBTA).
E mais viagens significam mais despesas. Mas como os negócios brasileiros têm movimentado toda essa receita?
Em um cenário de novos meios de pagamento, digitalização, cartões virtuais, viagens corporativas e um volume cada vez maior de dados, o grande desafio é entender como, onde, por que e com que eficiência esse dinheiro está sendo utilizado.
Para entender melhor esse movimento, a Onfly analisou mais de 2 milhões de transações realizadas por mais de 1.200 empresas ao longo de 18 meses, reunindo dados reais de 2024 e 2025 no estudo Raio-X das Despesas Corporativas no Brasil.
O levantamento mostra padrões importantes sobre os meios de pagamento, a distribuição das despesas e o comportamento das empresas brasileiras.
E, quando colocamos esses números em perspectiva, cinco tendências começam a aparecer.
Decole com a gente nos insights dessa pesquisa proprietária!
O que os dados dizem sobre as despesas corporativas no Brasil?
Antes de olhar para o futuro, vale entender o cenário atual.
O cartão de crédito continua sendo, de longe, o principal meio de pagamento utilizado nas despesas corporativas analisadas pela Onfly: 94,7% das despesas passaram por cartões de crédito.
Ao mesmo tempo, o Pix avança rapidamente, com um crescimento de 41% no período analisado.
A concentração dos gastos também chama atenção. São Paulo reúne 41% das transações analisadas, o que ajuda a dimensionar o peso dos grandes centros na movimentação corporativa do país.
Esses números mostram algo importante: não existe mais um único modelo de pagamento ou de gestão que sirva para todas as situações.
As empresas estão utilizando diferentes meios para diferentes necessidades, e isso aumenta a importância de ter processos capazes de centralizar e organizar essas informações.
É nesse ponto que as cinco tendências começam a se conectar.
1. O Pix começa a ganhar espaço nas despesas corporativas
O Pix já mudou a relação dos brasileiros com os pagamentos. Criado pelo Banco Central, o sistema permite transferências e pagamentos em poucos segundos, 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive feriados. E ele também pode ser utilizado por pessoas jurídicas.
No ambiente corporativo, essa praticidade começa a ganhar cada vez mais espaço.
Segundo o Raio-X das Despesas Corporativas, o uso do Pix cresceu 41% nas transações analisadas.
O crescimento faz sentido. Existem despesas em que a agilidade do pagamento instantâneo é especialmente útil: pagamentos a fornecedores, serviços pontuais, despesas descentralizadas ou situações em que o cartão corporativo não é a melhor alternativa.
O próprio Banco Central vem ampliando as possibilidades de uso do Pix para empresas, com recursos como Pix Cobrança, Pix Agendado e Pix Automático. O Pix Cobrança, por exemplo, permite que empresas recebam pagamentos de forma imediata ou programada, enquanto o Pix Agendado permite definir uma data futura para a transação.
Mas existe uma questão que merece atenção: quanto mais opções de pagamento uma empresa oferece, maior precisa ser o controle sobre elas.
A velocidade do Pix resolve o pagamento. Não resolve, sozinha, a gestão da despesa.
Para o financeiro, continua sendo necessário saber quem realizou a transação, qual era a finalidade, qual centro de custo deve receber o lançamento, se o gasto está dentro da política e como aquela informação será conciliada posteriormente.
Por isso, o avanço do Pix não representa apenas uma mudança no jeito de pagar. Ele reforça a necessidade de uma gestão financeira cada vez mais integrada.
2. Cartões virtuais impulsionam a digitalização das despesas
Se o Pix está ganhando espaço, os cartões continuam dominando o cenário corporativo.
Como vimos, 94,7% das despesas analisadas pela Onfly foram pagas com cartão de crédito. E, dentro das transações internacionais, os cartões virtuais já representam 45,9% das operações analisadas.
O movimento mostra como as despesas corporativas também estão acompanhando a digitalização dos negócios.
Softwares, plataformas, serviços internacionais, reservas e outras compras digitais exigem meios de pagamento que ofereçam não apenas praticidade, mas também segurança e controle.
É aí que o cartão virtual ganha relevância.
Em vez de concentrar todas as despesas em um único cartão físico, a empresa pode trabalhar com cartões destinados a diferentes operações, departamentos ou necessidades, aumentando a capacidade de controlar limites e acompanhar a utilização.
Para o financeiro, isso significa mais rastreabilidade. Para a empresa, significa reduzir a exposição dos dados do cartão e ter mais controle sobre onde o dinheiro está sendo utilizado.
Mas, novamente, o meio de pagamento é apenas uma parte da história.
O ganho real acontece quando a transação não termina no cartão. Ela precisa continuar seu caminho dentro da gestão: ser registrada, categorizada, conciliada e transformada em informação útil para a empresa.
É essa conexão entre pagamento e gestão que começa a diferenciar as operações mais maduras.
3. Despesas corporativas estão cada vez mais ligadas à mobilidade
Existe uma categoria de despesas que merece um olhar especial: as relacionadas à mobilidade.
Uma viagem corporativa envolve passagem, hospedagem, transporte, alimentação, aluguel de carro e diversas outras despesas que precisam ser administradas antes, durante e depois do deslocamento.
Quando cada uma dessas etapas acontece em uma ferramenta diferente, o financeiro acaba fazendo o trabalho de conectar as informações.
E, muitas vezes, esse trabalho acontece manualmente.
É por isso que a integração entre gestão de viagens e gestão de despesas se torna cada vez mais importante. Não basta saber quanto a empresa gastou com passagens se a informação não conversa com o restante da despesa daquela viagem.
O case Faber-Castell
Um exemplo prático vem da Faber-Castell.
A empresa possui cerca de 800 usuários que viajam constantemente a trabalho, com diferentes áreas e fluxos de aprovação. Antes da Onfly, produzir um relatório de viagens levava sete dias úteis, porque a informação precisava ser solicitada à agência e consolidada manualmente.
Com a Onfly, o relatório passou a ficar disponível de forma instantânea, com dados organizados e filtráveis. Os gestores também ganharam autonomia para acompanhar os próprios gastos, enquanto a equipe financeira deixou de depender de planilhas e solicitações à agência.
O exemplo mostra uma mudança que vai além da tecnologia: quando viagens e despesas fazem parte do mesmo fluxo, o dado deixa de ficar espalhado pela operação.
E isso abre espaço para a próxima grande transformação.
4. Dados se tornam peça central da gestão financeira
Toda empresa tem dados de despesas. A diferença está no que ela consegue fazer com eles.
Uma planilha pode mostrar que determinada área gastou R$ 100 mil em viagens no último trimestre. Mas um sistema integrado pode ajudar a entender quanto desse valor foi gasto com aéreo, hotel ou mobilidade, quais centros de custo concentram os maiores gastos, quais despesas estão fora da política e onde existem oportunidades de economia.
É uma mudança importante: o dado deixa de servir apenas para explicar o que aconteceu e passa a apoiar a decisão sobre o que fazer a seguir.
Exemplo prático: o case do Grupo Alun
O Grupo Alun viveu essa transformação na prática.
Antes da Onfly, Jéssica Lino, Supervisora de Tesouraria da empresa, precisava montar manualmente um dashboard semanal para consolidar os gastos das empresas do grupo. Os números eram frequentemente questionados pelos gestores e a informação chegava tarde para apoiar as decisões.
Hoje, o grupo gerencia quatro empresas, mais de 1.000 usuários e entre 350 e 400 viajantes ativos por mês na mesma plataforma. Os gestores conseguem acessar os dados em tempo real, sem depender de um relatório produzido manualmente pela área financeira.
A Onfly também automatiza a integração das transações aprovadas com o ERP, eliminando a necessidade de um analista atuar como ponte entre os sistemas.
O módulo de Expenses está integrado à gestão de viagens e o grupo registra 20% de economia por trimestre, considerando ferramenta, viagens e operação, em comparação com a plataforma anterior.
O ganho, portanto, não está apenas em ter um dashboard mais bonito.
Está em conseguir fazer perguntas melhores.
Onde estamos gastando mais? O que mudou de um período para outro? Qual área está acima da política? Quais despesas poderiam ser evitadas? Qual é o impacto de uma mudança na política de viagens?
Quanto mais rápido a empresa consegue responder, mais rápido consegue agir.
5. O próximo passo é transformar dados em inteligência financeira
Se os dados são o novo ponto de partida, a próxima vantagem competitiva está em conseguir cruzá-los e transformá-los em inteligência.
Isso significa sair de uma sequência que começa em “quanto gastamos?” e avançar para:
“Onde gastamos?” → “Por que gastamos?” → “O que podemos melhorar?” → “Qual decisão devemos tomar?”
Essa evolução é especialmente importante em operações maiores, nas quais conferir cada despesa manualmente deixa de ser apenas trabalhoso e passa a ser inviável.
Como o Grupo Madero transformou conciliação de viagens em estratégia de negócio
O Grupo Madero é um bom exemplo.
Antes da Onfly, a empresa trabalhava com quatro relatórios de fornecedores diferentes, cada um com seu formato e sua lógica de conciliação. O fechamento do mês consumia cerca de um dia e meio apenas com conciliação manual.
Em algumas situações, uma inconsistência exigia refazer todo o relatório.
Com a Onfly, a conciliação passou a ser automatizada e o que antes exigia centenas de horas de lançamentos manuais passou a ser realizado com um clique.
O Trust Expense também utiliza inteligência artificial para validar as despesas e sinalizar inconsistências, permitindo que a equipe se concentre naquilo que realmente precisa de atenção.
O resultado é mais do que economia de tempo.
Com os dados centralizados, gestores, diretores e até o CEO conseguem acompanhar os gastos sem depender da montagem manual de relatórios. A informação passa a ser mais acessível, auditável e útil para a tomada de decisão.
Esse é o verdadeiro salto da gestão de despesas: não olhar apenas para o que já foi gasto, mas usar os dados para melhorar a próxima decisão.
O que essas cinco tendências dizem sobre o futuro das despesas?
Pix, cartões virtuais, mobilidade, dados e inteligência financeira parecem assuntos diferentes.
Na prática, eles fazem parte da mesma transformação.
Os meios de pagamento estão se diversificando. As despesas estão cada vez mais digitais. Viagens e gastos corporativos estão mais conectados. A quantidade de informação disponível cresce. E, com isso, aumenta também a necessidade de transformar dados dispersos em uma visão única da operação.
É por isso que a tendência não é simplesmente ter mais ferramentas.
É ter menos fragmentação.
Uma empresa pode até utilizar um sistema para reservas, outro para despesas, outro para cartões e outro para o ERP. Mas, se alguém precisa juntar tudo manualmente no fim do mês, parte do potencial dessas tecnologias se perde no caminho.
A gestão mais eficiente é aquela em que as informações fluem entre as etapas.
Como a Onfly ajuda sua empresa a acompanhar essa transformação?
É justamente para conectar essas pontas que a Onfly atua.
A Onfly é uma plataforma completa para gestão de viagens e despesas corporativas, reunindo reservas, políticas de viagem, aprovações, despesas, reembolsos, cartão corporativo, relatórios e integrações em um único ambiente.
A plataforma também oferece dashboards em tempo real e integração com os principais ERPs, ajudando a reduzir processos manuais e dar mais visibilidade ao financeiro.
Na prática, o viajante pode fazer sua própria reserva dentro das regras da empresa, o gestor acompanha e aprova as solicitações, as despesas são registradas e validadas e as informações podem seguir para o ERP sem que o financeiro precise atuar como ponte entre diferentes sistemas.
Esse é o conceito de uma plataforma tudo em um: não apenas colocar várias funcionalidades lado a lado, mas fazer com que elas trabalhem juntas.
E o benefício aparece justamente nos espaços entre uma etapa e outra, onde normalmente surgem os retrabalhos, os erros e as planilhas.
Quer ver como isso funciona na prática? Agende uma demonstração
Cada empresa tem uma política, uma estrutura de aprovação e um nível de complexidade diferente.
Por isso, antes de escolher uma solução, vale entender como ela se encaixa na realidade da sua operação.
Na demonstração da Onfly, você pode conhecer a plataforma e entender como centralizar viagens, despesas e pagamentos, além de avaliar as possibilidades de integração com os sistemas que sua empresa já utiliza.
A Onfly informa que sua implementação é conduzida por um time especializado e que as integrações podem conectar ERP, cartão corporativo, RH, mobilidade e outros sistemas utilizados pela empresa.
Agende uma demonstração da Onfly e descubra como simplificar a gestão de viagens e despesas da sua empresa.
Conheça a Onfly Grátis para empresas com até 3 viajantes
Uma gestão mais profissional não precisa começar apenas quando a operação já é grande.
Para empresas com até 3 viajantes, a Onfly também oferece uma versão gratuita, pensada para centralizar a gestão de viagens sem a complexidade de uma estrutura corporativa maior.
A solução permite organizar reservas, controlar gastos e ter acesso a uma gestão mais profissional mesmo em operações menores.
É uma forma simples de começar a colocar ordem na gestão desde cedo e, conforme a empresa cresce, evoluir para uma estrutura mais completa.
Porque, no fim das contas, o futuro das despesas corporativas depende de entender melhor cada gasto, conectar as informações e transformar aquilo que antes era burocracia em inteligência para o negócio.
E quanto antes a empresa começar a fazer isso, mais preparada estará para o próximo capítulo da gestão financeira.




