Quais são as taxas e custos que envolvem o uso do cartão corporativo?

Administrar despesas de uma empresa já é um desafio por si só. E, quando o cartão corporativo entra nessa conta, pode ser difícil enxergar os custos e taxas reais que envolvem essa ferramenta.
A verdade é que, apesar de o cartão corporativo ser uma solução poderosa para organizar pagamentos, simplificar viagens e dar autonomia aos colaboradores, ainda existe muito mistério (e até receio) sobre as taxas associadas ao seu uso.
Parte disso vem da quantidade de nomes técnicos, parte vem da sensação de que “tem algo escondido na fatura”.
É justamente para descomplicar esse cenário que criamos este artigo em forma de guia. Você vai entender todos os custos diretos, operacionais e indiretos que podem aparecer e, mais importante, como evitá-los ou reduzi-los com uma gestão inteligente.
Se você quer controlar melhor o orçamento, acabar com surpresas e transformar o cartão corporativo em um aliado, embarque nesta leitura com a gente!
Custos diretos — o que está na fatura ou no contrato
Esses são os custos mais “visíveis”, que aparecem explicitamente no contrato ou na fatura do cartão corporativo.
Apesar de diretos, muitos deles ainda são negociáveis ou evitáveis — dependendo do volume de uso e da estratégia da empresa.
H3: Anuidade e taxa de emissão: como negociar e reduzir esses valores
A anuidade é uma das taxas mais comuns em cartões corporativos tradicionais. Em grandes bancos ou emissores tradicionais, essa taxa costuma variar de acordo com o tipo de cartão — básico, business, corporate, premium ou com benefícios extras.
Além da anuidade, há custos associados à emissão do cartão, reemissão, emissão de cartões adicionais para colaboradores, etc. Alguns emissores cobram por cada plástico adicional ou reemissão — o que, para equipes maiores, pode somar um valor relevante ao longo do tempo.
Como reduzir esses custos? Em muitos casos, a anuidade pode ser negociada ou até isentada, especialmente se a empresa apresenta volume relevante de gastos ou um bom relacionamento com o banco.
Além disso, vale avaliar alternativas no mercado, como emissores ou fintechs que oferecem cartões corporativos com anuidade reduzida ou nula.
Juros rotativos e multas por atraso: o custo do compliance falho
Se a fatura do cartão não for paga integralmente no vencimento, muitas empresas acabam recorrendo ao crédito rotativo ou parcelamento, e isso pode gerar juros altos.
No Brasil, análises recentes mostram que as dívidas no rotativo podem quase dobrar em 12 meses.
Além disso, atrasos e pagamentos mínimos ou parciais geram encargos adicionais, multas e taxas de mora. Alguns emissores cobram juros mensais e multa por atraso sobre o valor devedor.
Para as empresas, isso significa que um simples atraso na quitação da fatura pode transformar um gasto planejado em um custo bastante elevado — corroendo o orçamento e gerando incertezas financeiras.
Por isso, práticas de compliance bem definidas, prazos rígidos de pagamento e controle de fluxo de caixa são essenciais para evitar esse tipo de custo.
Taxa de saque: quando é permitido e o impacto financeiro
Em alguns cartões corporativos, especialmente os que funcionam no limite de crédito, o saque em dinheiro também gera tarifa. Por exemplo, um emissor cobra uma taxa fixa para saque nacional ou internacional.
Além da taxa fixa, o uso de saque no exterior costuma se combinar com outras despesas (câmbio, conversão, impostos), o que torna o saque uma opção de alto custo.
Para empresas que dependem de dinheiro em espécie para despesas operacionais durante viagens, vale reavaliar se o saque compensa ou se vale mais a pena usar meios digitais ou pagamento direto via cartão, com controle e rastreamento.
H2: Custos operacionais e internacionais
Quando a empresa trabalha com viagens, compras ou operações no exterior, surgem custos que muitas vezes passam despercebidos, mas que impactam totalmente a conta final da despesa.
Câmbio e spread: o custo real das viagens internacionais
Ao usar o cartão corporativo para compras no exterior, o valor em moeda estrangeira precisa ser convertido para reais. E a conversão raramente é feita pelo câmbio oficial puro: os bancos ou emissores aplicam um “spread cambial” — uma margem sobre a taxa oficial — o que aumenta o valor final da transação.
Esse spread pode variar bastante dependendo da instituição, do cartão e da política de câmbio usada — e pode adicionar de 3% até 6% sobre o valor convertido, segundo algumas estimativas de mercado.
Para empresas com um volume considerável de viagens internacionais, esse custo extra pode se tornar uma parte significativa do orçamento de despesas.
IOF: como ele incide nas transações externas
No Brasil, transações internacionais realizadas com cartão de crédito ou débito estão sujeitas ao IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), e as regras variam conforme o tipo da operação.
Para compras internacionais, o IOF costuma ser aplicado como um percentual sobre o valor da transação — o que torna o custo maior do que aparenta à primeira vista.
Para empresas, é fundamental incluir o IOF no planejamento de gastos com viagens ao exterior, para evitar surpresas na fatura.
Taxas de transação internacional (foreign transaction fee): um custo ignorado por muitas empresas
Além do câmbio e do IOF, muitos cartões corporativos tradicionais cobram uma “foreign transaction fee”, uma taxa por transação realizada no exterior. Essa taxa geralmente varia entre 1% e 3% do valor da compra.
Embora possa parecer pequeno numa compra isolada, somado ao spread cambial e ao IOF, esse custo extra pode tornar as despesas internacionais bem mais caras do que o esperado, especialmente quando há muitas transações ou quando se planeja viagens frequentes.
Para empresas que fazem muitas operações internacionais, vale avaliar cartões ou provedores que ofereçam isenção dessa taxa ou que operem com câmbio mais competitivo.
Algumas fintechs e emissores modernos oferecem cartões corporativos com taxas reduzidas ou spreads menores.
Custos indiretos e de gestão
Neste tópico, elencamos os custos menos óbvios (os que não aparecem explicitamente na fatura) que ainda têm impacto real sobre os recursos da empresa.
Muitas vezes eles passam despercebidos, porque envolvem tempo, processos manuais, retrabalho, risco e desperdício.
Custo de conciliação e auditoria: o tempo gasto pela equipe financeira (e como a tecnologia ajuda)
Gerenciar cartões corporativos envolve controlar faturas, checar notas fiscais, validar despesas, cruzar dados com relatórios de viagem, classificar custos por categoria, etc.
Tudo isso consome tempo precioso da equipe financeira, que poderia ser dedicado a tarefas estratégicas, como planejamento e análise.
Quando esse processo é manual, o risco de erro, repetição e retrabalho é alto. Além disso, há custo oculto de eficiência: atrasos, divergências contábeis, dificuldade de controle e dificuldade de auditoria.
Soluções modernas de gestão de despesas e viagens, como a Onfly, automatizam a conciliação, centralizam dados, classificam despesas e geram relatórios com clareza.
Isso reduz drasticamente o custo de operação, libera tempo do time financeiro e diminui erros.
Custo de fraude e uso indevido: minimizando riscos com políticas claras
Envolver o uso de cartões corporativos com a gestão de grandes times abre brecha para o risco de uso indevido: compras fora da política da empresa, gastos pessoais, despesas excessivas, despesas não justificadas, entre outras.
Esse risco pode se transformar em custo real, comprometendo o orçamento e exigindo retrabalho para auditoria, estorno ou reembolso.
Para evitar isso, é fundamental ter políticas internas claras: limites por colaborador, categorias permitidas, aprovações prévias, monitoramento constante e transparência nos relatórios. Ferramentas de gestão ajudam a adicionar camadas de controle e visibilidade.
Esse tipo de governança não gera uma linha na fatura, mas reduz desperdício, previne fraudes e traz segurança contábil e organizacional.
Custo de cartões inativos: otimizando a emissão para não pagar por isso
Em muitas empresas, há a emissão de vários cartões corporativos. Com o tempo, alguns desses cartões ficam inativos (funcionários saem, projetos terminam, cartões extras não são usados…).
Mesmo assim, a empresa continua pagando anuidade ou tarifas mínimas por cartões praticamente sem uso.
Esse desperdício é silencioso, porque raramente aparece no radar da gestão, especialmente em empresas maiores.
A solução é revisar periodicamente o portfólio de cartões, identificar quais estão inativos e desativar o que não for usado. Isso reduz custos diretos e facilita o controle interno.
Cartão corporativo Onfly: menos burocracia e mais praticidade
O cartão corporativo da Onfly foi pensado para simplificar a gestão de despesas e viagens nas empresas, reduzindo a burocracia, aumentando o controle e trazendo mais segurança.
Funcionalidades e benefícios principais
O cartão possui as seguintes vantagens:
- Zero anuidade e sem custo escondido: a Onfly não cobra anuidade, ou seja, as empresas evitam esse custo fixo, algo comum em cartões corporativos tradicionais;
- Cartões físicos e virtuais ilimitados: é possível emitir múltiplos cartões virtuais sem custo adicional, funcionalidade ideal para compras online, assinaturas ou despesas específicas;
- Limites e controle por colaborador, centro de custo, tipo de despesa ou período: a empresa define quem pode gastar, quanto e para que, com flexibilidade de configurar limites diários, semanais ou mensais, por categoria (alimentação, viagem, suprimentos etc.), centro de custo ou projeto;
- Controle em tempo real e visibilidade total: cada transação é registrada na plataforma Onfly, com dashboard e histórico, facilitando o acompanhamento, a auditoria e a tomada de decisão rápida;
- Integração automática com ERPs e sistemas de gestão da empresa: o cartão se integra com ERPs e outros sistemas financeiros, por meio de APIs, o que permite conciliação automática, elimina retrabalho e reduz erros;
- Eliminação da necessidade de reembolsos e adiantamentos: com o cartão, colaboradores não precisam mais pagar do próprio bolso e esperar reembolso. Os gastos são diretos e rastreados;
- Maior segurança e compliance: a plataforma Onfly adota padrões de segurança (como conformidade com PCI compliance), tem controle de uso, auditoria e possibilidade de bloqueio instantâneo de cartões, o que reduz risco de fraudes ou uso indevido.
Para quem o cartão Onfly é indicado?
O cartão corporativo da Onfly é indicado para empresas de diversos portes, desde startups até corporações maiores, que querem:
- mais controle e visibilidade sobre gastos corporativos;
- reduzir burocracias e retrabalho administrativo;
- garantir políticas de gastos, compliance e governança interna;
- ter flexibilidade para equipes que fazem viagens, compras e despesas variáveis;
- automatizar o fluxo financeiro e integrar com seus sistemas contábeis/ERP.
Que tal fazer uma demonstração da nossa plataforma e descobrir como ela pode ser a solução ideal para o seu negócio?
Experimente uma demonstração clicando neste link e fale com a gente para elevar o patamar de gestão de despesas e viagens da sua empresa.

![[Case de Sucesso] Sterlite](https://www.onfly.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image.png)



