Tem como sacar dinheiro do cartão corporativo?

“Dá pra sacar dinheiro do cartão corporativo?” essa é uma dúvida real de muitos colaboradores e gestores financeiros.

Em viagens ou situações emergenciais, é comum que surja a necessidade de lidar com despesas fora do previsto. Nesses momentos, alguns profissionais acreditam que o saque com o cartão corporativo seria uma solução rápida.

Mas será que isso é permitido? E mais: faz sentido para a empresa liberar essa função?

A resposta depende de alguns fatores, como o tipo de cartão corporativo, a política interna de reembolso e as regras de controle financeiro adotadas pela organização.

Neste conteúdo, você vai entender em quais casos o saque é tecnicamente possível, porque ele não é recomendado e quais alternativas modernas permitem controle total das despesas sem abrir mão da praticidade. Continue a leitura!

Dá para sacar dinheiro do cartão corporativo?

Sim, tecnicamente é possível sacar dinheiro do cartão corporativo.

Alguns cartões de crédito empresariais oferecem a função de adiantamento em dinheiro, permitindo retiradas em caixas eletrônicos. No entanto, essa opção é cada vez menos utilizada, principalmente por questões de segurança, controle e compliance.

As empresas modernas têm priorizado o uso de pagamentos digitais, que registram todas as transações de forma detalhada e automatizada. Isso garante rastreabilidade total das despesas e reduz o risco de erros ou mau uso dos recursos corporativos.

Na prática, o saque ainda existe, mas é uma funcionalidade geralmente bloqueada pelos administradores do cartão. O motivo é simples: o dinheiro físico dificulta o controle e aumenta a possibilidade de inconsistências contábeis.

Por que o saque não é indicado

Mesmo sendo tecnicamente possível, sacar dinheiro do cartão corporativo é uma prática desaconselhada.

Veja os principais motivos:

  • Dificulta a prestação de contas e a rastreabilidade: com dinheiro vivo, é mais difícil comprovar o destino de cada gasto e registrar tudo no sistema financeiro;
  • Aumenta o risco de mau uso e fraudes: valores em espécie reduzem a transparência e dificultam a verificação das despesas reais;
  • Complica auditorias e relatórios contábeis: cada saque exige controle manual e conferência de comprovantes físicos, o que gera retrabalho;
  • Pode gerar problemas fiscais e tributários: gastos não documentados corretamente podem ser questionados em auditorias internas ou externas.

O uso de dinheiro físico também contraria as boas práticas de gestão financeira moderna. Um gestor responsável sabe que a rastreabilidade é essencial para garantir previsibilidade e evitar desvios.

Em resumo: o dinheiro vivo é inimigo do controle financeiro eficiente!

Empresas que buscam transparência e compliance preferem manter todas as transações em ambiente digital, onde cada gasto pode ser monitorado, aprovado e registrado automaticamente.

Quando o saque pode ser permitido (exceções)

Apesar dos riscos, existem situações em que o saque pode ser autorizado. Essas exceções geralmente aparecem em contextos de campo, viagens corporativas ou operações em regiões com pouca infraestrutura tecnológica.

Alguns exemplos são:

  • Viagens corporativas em locais sem acesso a meios eletrônicos: em áreas rurais ou pequenas cidades, nem sempre há internet ou maquininhas de cartão disponíveis;
  • Despesas emergenciais sem outra forma de pagamento:
    situações pontuais, como manutenção de um veículo ou taxa obrigatória local, podem exigir dinheiro em espécie;
  • Atividades em campo com baixa conectividade: equipes técnicas, operacionais ou de manutenção podem atuar em locais onde o pagamento digital não é possível.

Mesmo nesses casos, o saque deve seguir regras claras, como:

  • Autorização prévia de um gestor;
  • Limite de valor definido por política interna;
  • Justificativa formal para cada retirada;
  • Entrega obrigatória de comprovantes e recibos.

Essas práticas ajudam a manter a transparência e a garantir que o valor sacado seja devidamente registrado e conciliado.

O saque, portanto, deve ser uma exceção bem controlada, e nunca uma rotina de operação.

Alternativas ao saque do cartão corporativo

Com o avanço da tecnologia financeira, hoje existem várias soluções que substituem o saque em espécie e oferecem controle total das despesas. Essas opções são seguras, rastreáveis e integradas aos sistemas de gestão corporativa.

Conheça as principais alternativas:

Cartões pré-pagos recarregáveis

Em cartões pré-pagos recarregáveis o colaborador utiliza apenas o valor liberado previamente pela empresa. Assim, o limite é controlado, e todos os gastos ficam registrados automaticamente no sistema.

Essa opção é ideal para viagens curtas ou despesas pontuais, pois reduz riscos e elimina a necessidade de lidar com dinheiro físico.

Adiantamento digital

O adiantamento digital funciona como uma transferência prévia aprovada pela empresa.

O colaborador recebe um valor no sistema e presta contas diretamente pela plataforma, anexando notas e comprovantes. Caso sobre saldo, é possível fazer a devolução automática, sem processos manuais.

Esse modelo oferece segurança e controle em tempo real, mantendo o fluxo financeiro sob supervisão do gestor.

Reembolso via aplicativo ou sistema de despesas

Nessa modalidade, o colaborador realiza o pagamento com recursos próprios e solicita o reembolso posteriormente. Por meio de um aplicativo ou sistema integrado, ele anexa os comprovantes, descreve o gasto e aguarda a aprovação.

O processo é rápido, seguro e totalmente digital, garantindo que cada reembolso tenha comprovação e siga as regras internas.

Empresas que adotam plataformas completas de gestão de despesas também conseguem automatizar a conferência de notas, reduzindo o retrabalho e os erros manuais. Soluções digitais eliminam o uso de dinheiro físico e reforçam o compliance financeiro.

Por que as empresas estão eliminando o dinheiro físico

Além da transparência, há um motivo estratégico por trás dessa mudança.

O dinheiro vivo gera custos e riscos operacionais, como transporte, armazenamento e conciliação manual. Já os pagamentos digitais permitem controle automatizado, reduzindo falhas e otimizando o tempo das equipes financeiras.

Empresas que apostam na digitalização conquistam maior eficiência e segurança, além de dados precisos para tomadas de decisão.

Com plataformas especializadas, é possível acompanhar cada gasto em tempo real, definir limites personalizados e aprovar transações com apenas um clique. 

Sacar dinheiro do cartão corporativo até pode ser tecnicamente possível, mas financeiramente é um retrocesso!

Controle e transparência são o caminho

O saque do cartão corporativo é uma prática possível, mas pouco recomendada. Ele traz riscos, dificulta o controle e prejudica a visibilidade das finanças da empresa.

Por isso, a melhor escolha é investir em soluções digitais que garantem rastreabilidade e simplificam a gestão de despesas.

Com ferramentas como a Onfly, o gestor elimina o uso de dinheiro físico, automatiza aprovações, define políticas de uso e acompanha todas as movimentações em tempo real.

Quer modernizar sua gestão financeira e deixar o dinheiro vivo no passado? Conheça a Onfly e descubra como simplificar o controle de gastos corporativos com tecnologia, transparência e eficiência!

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Stephani Lima
Stephani Lima