Como escolher o melhor fornecedor de gestão de viagens para a minha empresa?

Escolher um fornecedor de gestão de viagens corporativas nunca foi apenas sobre emitir passagens. Hoje, essa decisão impacta diretamente custos, compliance, segurança dos colaboradores e produtividade do time financeiro.
Se a sua empresa está crescendo, viajando mais ou simplesmente cansou de planilhas, processos manuais e surpresas na fatura, este guia foi feito para você.
A seguir, reunimos 7 passos essenciais para escolher o melhor fornecedor de gestão de viagens para a sua empresa, com critérios práticos, perguntas certas e alertas que evitam decisões caras no futuro.
Por que escolher bem o fornecedor de gestão de viagens faz diferença no dia a dia da empresa?
A escolha de um fornecedor de gestão de viagens corporativas impacta muito mais do que a compra de passagens e reservas de hotel.
Ela influencia diretamente o controle financeiro, o cumprimento das políticas internas, a segurança dos colaboradores e até a produtividade dos times envolvidos.
Quando a gestão é feita de forma manual ou com fornecedores pouco integrados, os problemas aparecem rápido: falta de visibilidade sobre gastos, dificuldade para aplicar políticas, retrabalho no financeiro e pouca previsibilidade no fechamento do mês.
Por outro lado, um fornecedor com tecnologia adequada, atendimento estruturado e visão estratégica transforma a gestão de viagens em um processo mais fluido, confiável e inteligente.
É exatamente essa diferença que permite que a empresa cresça sem perder controle — e sem transformar cada viagem em um novo problema operacional.
Agora vamos ao primeiro passo.
Passo 1: defina seu poder de compra antes de negociar
Antes de olhar para fornecedores, olhe para dentro. Saber quanto sua empresa viaja, com que frequência e em quais categorias (aéreo, hotel, mobilidade, despesas) muda completamente o jogo da negociação. Sem esse diagnóstico, qualquer promessa de economia vira chute.
Aqui, relatórios históricos e visibilidade de gastos são fundamentais. Plataformas modernas de gestão de viagens ajudam justamente a centralizar dados, identificar padrões e entender o real potencial de negociação da empresa.
Quanto mais clareza você tem sobre seu volume, mais poder de barganha entra na mesa.
Passo 2: avalie a tecnologia (integrações, relatórios e personalização)
A tecnologia deixou de ser um “diferencial” e virou pré-requisito. Um bom fornecedor de gestão de viagens precisa oferecer:
- integração com ERPs e sistemas financeiros;
- relatórios personalizáveis e em tempo real; e
- automação de políticas e fluxos de aprovação
Se a plataforma não conversa com o financeiro, o RH e a contabilidade, o retrabalho volta pela porta da frente.
Modelos mais modernos, como o de uma TMC nativa digital, já nascem com essa lógica de integração e automação.
Passo 3: o fator humano — atendimento 24/7 e duty of care
Tecnologia é essencial, mas viagem corporativa envolve pessoas.
Imprevistos acontecem. Voos são cancelados. Mudanças de agenda surgem de última hora. Por isso, atendimento 24/7 e uma política clara de duty of care não são luxo — são obrigação.
O fornecedor ideal combina:
- suporte humano sempre disponível;
- monitoramento de riscos; e
- comunicação ativa em situações críticas.
Isso garante não só tranquilidade para quem viaja, mas também segurança jurídica e reputacional para a empresa.
Passo 4: como a TMC garante tarifas corporativas mais vantajosas?
Nem sempre o menor preço é o melhor negócio.
Aqui, o ponto-chave é entender como o fornecedor negocia tarifas e quais acordos realmente estão disponíveis para o seu perfil de empresa.
Boas TMCs trabalham com:
- acordos corporativos escaláveis;
- comparação inteligente entre fornecedores; e
- transparência total na oferta de preços.
Plataformas como a Onfly permitem visualizar opções, comparar tarifas e tomar decisões baseadas em dados — não em achismos.
Passo 5: entenda o modelo de cobrança
Esse passo costuma esconder armadilhas.
Alguns fornecedores oferecem preços baixos na entrada, mas compensam com:
- taxas por transação;
- custos extras por atendimento; e
- cobranças adicionais por relatórios ou integrações.
Avaliar o modelo de cobrança com lupa evita surpresas no médio prazo. O ideal é buscar transparência, previsibilidade e alinhamento entre custo e valor entregue.
Se você não consegue explicar facilmente como a cobrança funciona, algo está errado.
Passo 6: ouça o mercado — referências e reputação importam
Antes de fechar contrato, faça o dever de casa. Pesquise:
- avaliações de clientes;
- cases de empresas com perfil parecido com o seu; e
- reputação em canais públicos e no mercado.
Fornecedores consolidados costumam ter histórias reais para contar, métricas claras e clientes dispostos a recomendar. Em gestão de viagens, confiança se constrói com consistência.
Passo 7: utilize uma versão demo antes de decidir
Por fim, teste antes de assinar. Uma versão demo permite avaliar, na prática:
- usabilidade da plataforma;
- facilidade de implementação; e
- aderência à política da sua empresa.
Mais do que promessas comerciais, a demo mostra se o fornecedor realmente resolve seus gargalos do dia a dia. É aqui que muitas decisões se confirmam — ou caem por terra.
Escolher bem evita custos invisíveis no futuro
O melhor fornecedor de gestão de viagens não é o que fala mais bonito, mas o que simplifica processos, traz visibilidade financeira, garante compliance e cuida das pessoas que viajam pela empresa.
Quando tecnologia, atendimento e estratégia caminham juntos, a gestão de viagens deixa de ser um problema operacional e passa a ser uma alavanca de eficiência para o negócio.
E, convenhamos, se dá para viajar melhor, gastar menos e trabalhar com mais controle… por que complicar?
Quer ver tudo isso funcionando na prática?
Avaliar um fornecedor de gestão de viagens vai muito além da teoria. A melhor forma de entender se a solução faz sentido para a sua empresa é ver a plataforma em ação, com seus fluxos, suas regras e suas necessidades reais.
Solicite uma demonstração da Onfly e veja como é possível centralizar viagens e despesas, ganhar visibilidade sobre os gastos e simplificar a rotina do time financeiro — tudo em um único lugar, sem complicação.
Às vezes, bastam alguns minutos de demo para transformar a forma como sua empresa gerencia viagens corporativas. 🚀

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