Uma plataforma de viagens corporativas usa tecnologia para te ajudar, e não para te substituir.

A tecnologia nos superou? Um dia não teremos mais funções a desempenhar que não poderiam ser melhor executadas por máquinas? Confira nesse post os principais receios de gestores que resistem à digitalização e porque esses argumentos não fazem sentido.

5 minutos de leitura

O que é a tecnologia? Ela nos superou? Um dia não teremos mais funções a desempenhar que não poderiam ser melhor executadas por máquinas?

Desde a Segunda Revolução Industrial, com as máquinas aumentando cada vez mais a velocidade e a qualidade da produção nas montadoras de automóveis, é compreensível que o consequente desemprego tenha sido atribuído à tecnologia em si, que acaba sendo vista como a vilã. Quanto mais ela evolui, mais é detestada.

Porém, se analisarmos de forma mais abrangente, a história não é bem assim. O movimento é, na verdade, o contrário.

Três pesquisadores da Deloitte concluíram em 2017 que a tecnologia criou mais empregos do que os destruiu! Para Alex Cole, um dos estudiosos, é inegável que a tecnologia, de fato, destruiu empregos. Mas isso é uma tendência que faz parte da história da humanidade e simplesmente ficou mais acentuada após a Revolução Industrial. Porém, ao mesmo tempo, ela melhora as condições de vida, salários e cria mercados novos, que não seriam possíveis anteriormente. Cole dá um exemplo: basta pensar nos smartphones, que surgiram há menos de dez anos e já criaram um enorme mercado de trabalho.

Isso mostra que a tecnologia não é uma entidade superpoderosa que deve ser temida, e sim, uma simples extensão das capacidades humanas. Com a palavra vinda do grego τέχνη — “técnica, arte, ofício” e -λογία — “estudo”, a tecnologia nada mais é que o conjunto das diversas formas que o homem encontrou para ter auxílio no seu dia a dia. Desde lascar uma pedra para caçar animais como os primeiros humanos faziam, até algo complexo, como a construção de um reator nuclear para gerar energia elétrica, tudo é tecnologia.

Tanto tempo passou, mas o medo da substituição continua.

Não é incomum encontrarmos gestores interessados na solução da Onfly, mas que ficam com o pé atrás quando marcam uma conversa com o time e descobrem que a plataforma é de ponta a ponta, e cuida de tudo. Gostariam de aproveitar as vantagens, mas com pelo menos alguma tarefa continuando a ser de exclusiva responsabilidade dele. Tudo isso por receio de perderem a relevância dentro da empresa e, com o tempo, serem mandados embora.

Mas então, qual é a relevância de um gestor de viagens, se existem plataformas para isso? Se o próprio colaborador faz as reservas, o RDV é enviado em segundos e a aprovação do reembolso é feita com um botão, o que o gestor de viagens vai fazer?

Já cansamos de falar aqui, mas voltaremos a bater nessa tecla. O gestor de viagens deve ter um perfil analítico, e não operacional. É dever dele buscar formas da empresa economizar tempo e dinheiro e dos colaboradores terem uma experiência melhor, fazendo melhores negócios e garantindo o ROI da viagem. Com uma Travel Tech, como a Onfly, ele tem a um clique de distância um dashboard completo com todos os KPIs de viagensatualizados em tempo real, para auxiliar na tomada de decisão. Útil, né?

A plataforma atua como uma extensão das habilidades do gestor. Da mesma forma que o telescópio e o microscópio são extensões do olhar humano e que o computador é uma extensão da nossa capacidade de computar e calcular, a plataforma faz de maneira mais eficiente o antigo trabalho do gestor de analisar milhares de passagens aéreas, diárias de hotéis e de carros, comparar as tarifas públicas com os acordos da empresa, verificar a compatibilidade com a política de viagens e entregar os melhores descontos, tudo isso em poucos segundos e ainda dando a autonomia aos colaboradores de planejarem as próprias viagens.

O gestor, por sua vez, tem à sua disposição (e 24h por dia) uma dashboard com diversos indicadores de viagens atualizados em tempo real para apoiar a tomada de decisão em seu setor. Uma gestão baseada em dados é a forma mas acertiva de entender o momento da empresa, se tudo está indo conforme o planejado, e adotar medidas para corrigir o que for necessário, antes que seja tarde demais.

Imagine quantas planilhas a fórmulas são necessárias para saber – apenas ao fim do mês – qual colaborador mais viajou pela empresa, quem está realmente escolhendo as menores tarifas e quem não está, quais são as próximas viagens agendadas, os principais destinos, os gastos dos últimos 12 meses divididos por categoria, o share de cias. aéreas, o tempo de antecedência médio das reservas, e tantas coisas mais. Impossível lidar com isso tudo de um jeito eficiente, não é?

“Estamos vivendo um momento de acesso a informação, de tecnologia disponível e muitas vezes barata e uma necessidade grande de mudar a mentalidade. Não podemos ignorar a força que a tecnologia e os negócios digitais conseguem ter na hora de impulsionar uma empresa. Por isso, abra mão de modelos antigos e arcaicos, ouça o que sua audiência tem a dizer e se adapte o mais rápido possível.”

Gustavo Caetano, CEO da Sambatech

Aqui na Onfly, profissionais e gestores que serão protagonistas na nova economia, usam e abusam da tecnologia para melhorar seu dia a dia e gerar mais valor para a empresa empregadora.

E não é incomum serem reconhecidos e recompensados por isso em pouco tempo e fazerem questão de vir nos contar.

Isabela Antunes
Autor: Isabela Antunes

Isabela é Analista de Marketing Jr. na Onfly e graduanda em Administração pela PUC Minas.
Para falar com ela, é só mandar um email para isabela@onfly.com.br

Deixe seu e-mail e receba em primeira mão dicas de viagens corporativas

Só conteúdo supimpa, acredite ;-)

    Prometemos não enviar qualquer tipo de spam.


    Outros artigos