O erro do ChatGPT que custou um voo: a lição para quem planeja viagens com IA

O caso da influenciadora que perdeu o voo mostra: a IA ajuda, mas sem humanos e fontes oficiais, erros podem custar caro.

grupo madero onfly

A IA ajuda, mas sem humanos e fontes oficiais, erros podem custar caro. A ascensão da inteligência artificial tem revolucionado a forma como vivemos, com ferramentas como o ChatGPT oferecendo respostas rápidas.

Mas o que acontece quando a conveniência de um chatbot colide com a complexidade do mundo real? Essa foi a reflexão após o caso da influenciadora Mery Caldas.

A história dela é um lembrete: a IA é aliada, mas não substitui a checagem de informações oficiais nem o toque humano. Se você pensa em usar IA para planejar viagens, continue a leitura!

O perrengue que viralizou: o caso da Mery Caldas

Em agosto de 2025, a influenciadora Mery Caldas publicou um vídeo no TikTok que viralizou. No aeroporto, ela contou que havia perdido seu voo para Porto Rico por confiar em uma informação dada pelo ChatGPT.

O problema? Mery, cidadã espanhola, perguntou ao chatbot se precisava de visto para viajar a Porto Rico. A resposta foi “não”.

Tecnicamente, a resposta estava correta. Cidadãos espanhóis não precisam de visto para estadias curtas em Porto Rico, já que o território faz parte dos EUA.

Mas a IA omitiu um detalhe crucial: para entrar nos EUA é necessário o ESTA (Electronic System for Travel Authorization). Sem essa autorização, o embarque é negado.

Mery reconheceu que deveria ter checado as informações por conta própria. No dia seguinte, conseguiu regularizar a situação e embarcar, mas o susto e o prejuízo ficaram de lição.

Esse caso mostra a diferença entre uma resposta “tecnicamente certa” e uma “verdade completa”. O ChatGPT opera com dados e padrões de linguagem, mas não entende contexto humano.

Por que a IA falhou com a Mery?

A IA é como um assistente de pesquisa veloz, mas sem pensamento crítico. Ela acessa bilhões de informações, mas não sabe priorizar o que é decisivo para sua viagem.

No caso da Mery, a pergunta foi: “preciso de visto?”. A resposta foi “não”. Mas a pergunta ideal seria: “quais documentos preciso para viajar?”.

A IA não previu a necessidade de informações mais detalhadas. E a falta de um simples documento gerou um problema enorme.

IA nas viagens: ajuda ou risco?

O caso de Mery convida a refletir sobre os prós e contras de usar IA no planejamento de viagens. Para cada benefício, há também um risco.

Onde a IA se destaca:

  • Roteiros personalizados: sugestões de restaurantes, atrações e museus.
  • Economia de tempo: consolidação rápida de informações e preços.
  • Assistência em tempo real: dúvidas simples sobre horários e locais.
  • Tradução: apoio em países com idiomas diferentes.

Os riscos da IA:

  • Informações desatualizadas e incorretas: a IA pode fornecer dados sobre regras de viagem, vistos ou vacinas que já não estão em vigor, causando problemas no embarque.
  • Falta de contexto e empatia: a IA não entende as nuances de uma situação de emergência ou a importância emocional de uma viagem, agindo sem a capacidade de priorizar o que realmente importa.
  • Conhecimento local limitado: a IA se baseia em dados estáticos, sem acesso a informações em tempo real sobre greves, fechamentos temporários de locais ou eventos inesperados.
  • Não lida com imprevistos: se algo der errado durante a viagem (voo cancelado, bagagem perdida), a IA não tem a capacidade de oferecer suporte proativo e resolver a situação.
  • Ausência de responsabilidade: não há a quem recorrer se um erro da IA causar prejuízo financeiro ou perda de tempo.

Leia também: Guia de pacote de viagens corporativas para empresas 

O papel insubstituível do atendimento humano

A IA é ferramenta de apoio, não protagonista da viagem. Onde ela falha, agentes de viagem e fontes oficiais são cruciais.

Enquanto a IA sugere atrações, um agente humano pode indicar o que vale a pena em dia chuvoso, como evitar filas ou alertar sobre fechamentos.

A empatia, a experiência e a responsabilidade continuam sendo atributos que nenhuma IA pode substituir.

Complementaridade: cada um no seu papel

A IA não substitui humanos, mas potencializa suas capacidades. No turismo corporativo, plataformas como a Onfly automatizam burocracias e liberam tempo para foco em resultados e experiências.

O caso da Mery mostra que confiança cega na tecnologia pode custar caro. Use a IA para inspiração e organização, mas decisões críticas exigem checagem oficial.

Onfly e a gestão de viagens corporativas

Se no lazer os riscos já são grandes, imagine no ambiente corporativo. Uma informação incompleta pode significar não apenas o cancelamento de um voo, mas também a perda de reuniões estratégicas e oportunidades de negócio.

É nesse cenário que a Onfly se destaca como referência em gestão de viagens corporativas. A plataforma combina automação inteligente, como o assistente virtual Luna Onfly, com atendimento humano especializado, garantindo mais segurança, economia e controle.

A Onfly centraliza reservas de passagens aéreas, hospedagens, aluguel de veículos e até despesas de viagem em um único ambiente. Essa integração reduz erros, elimina retrabalhos e oferece visão completa dos gastos.

Além disso, a plataforma usa inteligência artificial para sugerir melhores opções de custo-benefício. Tudo isso com parâmetros definidos pela empresa e suporte humano, evitando que decisões críticas fiquem só na tecnologia.

Outro diferencial está na transparência. Relatórios completos permitem que gestores analisem padrões de gastos, identifiquem desperdícios e implementem políticas mais eficientes. Essa visão é essencial para quem busca reduzir custos e aumentar produtividade.

Mais do que tecnologia, a Onfly oferece tranquilidade. Em caso de imprevistos, há suporte humano pronto para auxiliar em remarcações, hospedagens ou reembolsos. Assim, a experiência do viajante não depende apenas de algoritmos.

Equilíbrio entre IA e expertise humana

O caso de Mery Caldas reforça um ponto essencial: confiar cegamente na IA pode trazer consequências sérias. No entanto, quando bem utilizada, a tecnologia é uma grande aliada, trazendo agilidade, inspiração e praticidade.

A chave está no equilíbrio. Use a IA para planejar roteiros, comparar preços ou organizar informações. Mas, para decisões críticas, como vistos, autorizações e reservas, recorra sempre a fontes oficiais e especialistas.

A Onfly mostra como esse equilíbrio é possível no mundo corporativo: automação para simplificar processos e inteligência humana para garantir segurança e eficiência.

Sua próxima viagem, seja a lazer ou a trabalho, merece essa combinação perfeita de inovação e cuidado humano. Afinal, viajar é sobre experiências e algumas delas não podem correr o risco de depender apenas de uma resposta de chatbot.

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Stephani Lima
Stephani Lima