Card-as-a-Service (CaaS) na viagem corporativa: a nova era dos pagamentos

Se existe um consenso entre gestores financeiros e de viagens corporativas, é este: a prestação de contas manual é um gargalo antigo e improdutivo. Uso de cartões pessoais, reembolsos demorados, comprovantes perdidos e conciliações intermináveis ainda fazem parte da rotina de muitas empresas.

O Card-as-a-Service (CaaS) surge exatamente para atacar esse problema na raiz. Mais do que um novo tipo de cartão, ele representa uma mudança estrutural na forma como empresas pagam, controlam e auditam gastos em viagens corporativas.

O que é Card-as-a-Service (CaaS) e por que ele é o futuro do B2B?

O CaaS faz parte de um movimento maior chamado Embedded Finance. Em vez de depender exclusivamente de bancos tradicionais, empresas de tecnologia passam a oferecer serviços financeiros diretamente dentro de suas plataformas.

Na prática, isso significa que a empresa não precisa mais:

  • solicitar cartões físicos ao banco;
  • esperar semanas por aprovação;
  • lidar com limites genéricos e pouco flexíveis.

Com CaaS, cartões virtuais podem ser emitidos instantaneamente, via tecnologia, já vinculados a regras específicas de uso.

No contexto B2B, isso muda tudo. O pagamento deixa de ser um elemento isolado e passa a fazer parte do próprio processo operacional.

Por que o modelo tradicional de cartões trava a gestão de viagens?

O modelo tradicional de cartões corporativos foi criado para um mundo mais lento e menos integrado. Ele funciona, mas cobra um preço alto em burocracia e falta de visibilidade.

Entre os principais problemas estão:

  • uso de cartões pessoais pelo colaborador;
  • necessidade de reembolso posterior;
  • conciliação manual de despesas;
  • baixa granularidade de controle por centro de custo ou projeto; e
  • atraso na visualização real dos gastos.

Em viagens corporativas, esses problemas se multiplicam. Cada deslocamento envolve múltiplos pagamentos, fornecedores diferentes e regras específicas. Quando o controle vem só depois, o financeiro perde o timing — e o gestor perde o sono.

CaaS vs. cartões tradicionais: onde a diferença aparece na prática?

Com o CaaS, o cartão já nasce com contexto. Ele não é apenas um meio de pagamento, mas uma extensão da política da empresa.

Enquanto o cartão tradicional funciona assim:

gastar → comprovar → justificar → reembolsar → conciliar

O CaaS inverte a lógica:

definir regras → liberar cartão → gastar dentro do previsto → conciliar automaticamente

Essa mudança reduz drasticamente:

  • exceções;
  • retrabalho;
  • erros de lançamento;
  • conflitos entre colaborador e financeiro.

Principais benefícios do CaaS para o viajante e para o CFO

Antes de olhar separadamente para viajante e CFO, vale entender o ponto central do CaaS: ele resolve um conflito histórico nas viagens corporativas.

De um lado, o colaborador precisa de agilidade, autonomia e simplicidade para executar seu trabalho. Do outro, o financeiro precisa de controle, previsibilidade e visibilidade imediata dos gastos. Durante muito tempo, atender bem a um significava frustrar o outro.

O Card-as-a-Service muda esse equilíbrio ao integrar pagamento, política e conciliação no mesmo fluxo. Em vez de confiar no controle posterior, a empresa passa a definir regras antes do gasto acontecer.

Isso cria um cenário em que o viajante ganha liberdade dentro de limites claros, enquanto o CFO acompanha tudo em tempo real — sem abrir mão de governança, compliance ou orçamento.

Autonomia e tranquilidade para o viajante

Para quem viaja, o impacto é imediato:

  • não precisa usar cartão pessoal;
  • não antecipa dinheiro;
  • não guarda comprovantes por semanas; e
  • sabe exatamente o que pode ou não pagar.

A experiência melhora — e a adesão à política também.

Controle absoluto e visibilidade para o CFO

Para o financeiro (CFO), o ganho está no controle:

  • limites definidos por centro de custo, projeto ou tipo de despesa;
  • visualização dos gastos em tempo real;
  • conciliação automática; e
  • redução de fraudes e desvios.

O resultado é menos tempo apagando incêndio e mais tempo analisando dados.

Cartões virtuais com regras claras: o coração do CaaS nas viagens

Um dos grandes diferenciais do CaaS é a capacidade de emitir cartões virtuais instantâneos, já com:

  • limite exato de valor;
  • validade definida;
  • restrição por tipo de estabelecimento; e
  • vínculo direto à viagem ou despesa específica.

Isso elimina o maior pesadelo das viagens corporativas: pagar agora e entender depois.

Quando integrado a uma plataforma de gestão, o cartão deixa de ser um risco e passa a ser uma ferramenta de governança financeira.

É nesse cenário que soluções como a Onfly se destacam, ao unir reservas, políticas, pagamentos e conciliação em um único fluxo inteligente.

CaaS não é só sobre pagar melhor — é sobre gerir melhor

Adotar Card-as-a-Service não é apenas trocar um cartão. É evoluir o modelo de gestão. Empresas que adotam CaaS conseguem:

  • reduzir reembolsos quase a zero;
  • aumentar aderência às políticas;
  • ganhar previsibilidade orçamentária;
  • melhorar a experiência do colaborador; e
  • tomar decisões financeiras com base em dados reais.

Em viagens corporativas, isso representa um salto de maturidade.

A nova era dos pagamentos já começou

O CaaS não é uma tendência distante. Ele já está moldando como empresas mais maduras lidam com gastos, controle e eficiência.

Em um cenário de viagens cada vez mais dinâmicas, depender de processos manuais e cartões genéricos é insistir em um modelo que já não acompanha a velocidade do negócio.

A nova era dos pagamentos corporativos é integrada, automatizada e orientada por regras.
E ela já está em curso.

Os benefícios do cartão corporativo da Onfly na prática

Quando o conceito de Card-as-a-Service sai da teoria e entra na operação, a diferença aparece no dia a dia. O cartão corporativo da Onfly foi desenhado especificamente para resolver os gargalos das viagens corporativas, não para “adaptar” um modelo bancário tradicional a um cenário mais complexo.

Na prática, isso significa que o cartão já nasce conectado à viagem, à política e ao centro de custo correto. Cada pagamento carrega contexto, o que elimina a dependência de reembolsos, reduz exceções e simplifica a conciliação financeira desde o primeiro uso.

Entre os principais benefícios, vale destacar:

Emissão rápida e controle granular

O cartão pode ser disponibilizado de forma ágil, com limites definidos por viagem, colaborador ou tipo de despesa. Isso dá autonomia ao viajante sem abrir brechas para gastos fora do escopo aprovado.

Aderência automática à política de viagens

Como o cartão opera dentro das regras configuradas pela empresa, o controle acontece antes do gasto. O financeiro deixa de atuar de forma corretiva e passa a operar de forma preventiva.

Visibilidade em tempo real para o financeiro

Os gastos aparecem imediatamente com o Flow Expense, sem depender de prestação de contas posterior. Isso facilita o acompanhamento do orçamento, a análise por centro de custo e a tomada de decisão ao longo do mês — não apenas no fechamento.

Menos reembolso, menos retrabalho

Ao eliminar o uso de cartões pessoais, a empresa reduz processos manuais, erros e conflitos internos. O tempo antes gasto com conferência e ajustes pode ser direcionado à análise estratégica dos dados.

Experiência mais fluida para quem viaja

Para o colaborador, o benefício é simples e direto: pagar sem fricção, sem antecipar dinheiro e sem se preocupar com comprovações futuras. A viagem acontece com mais foco no trabalho e menos no financeiro.

No fim, o cartão corporativo da Onfly não é apenas um meio de pagamento. Ele funciona como uma ferramenta de governança financeira aplicada à viagem corporativa, conectando autonomia, controle e eficiência em um único fluxo.

Quer ver como isso funciona na prática?

Com a Onfly, pagamentos, viagens e controle financeiro caminham juntos, sem fricção e sem retrabalho.Converse com um atendente da Onfly e entenda como o Card-as-a-Service pode transformar a gestão de viagens da sua empresa — do embarque à conciliação.

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