DREX e viagens: como a moeda digital impacta o setor?

Nos últimos anos, o setor financeiro passou por uma transformação acelerada: Pix, open finance, automação de pagamentos e agora o DREX, a moeda digital brasileira.
Para quem acompanha essas mudanças de longe, é natural surgir a dúvida: isso realmente afeta o dia a dia das empresas ou é apenas mais uma inovação técnica?
Quando olhamos para o setor de viagens corporativas, a resposta começa a ficar mais clara.
Mesmo sem impactos imediatos, o DREX sinaliza uma mudança estrutural na forma como pagamentos, controle e processos financeiros podem funcionar no futuro.
O que é o DREX — e por que ele não é apenas “outro Pix”?
O DREX é o real em formato digital, emitido e regulado pelo Banco Central. Diferente do Pix, que foi criado para transferências rápidas entre contas, o DREX nasce com um objetivo mais amplo: permitir operações financeiras programáveis e rastreáveis.
Isso significa que o dinheiro deixa de ser apenas um meio de pagamento e passa a operar junto com regras. Em vez de apenas transferir valores, o sistema pode executar condições automaticamente, algo que abre espaço para novos modelos de liquidação e controle.
No contexto de viagens, isso não muda nada da noite para o dia, mas aponta para um cenário em que pagamentos e processos caminham de forma muito mais integrada.
Por que o DREX começa a chamar atenção no setor de viagens?
Viagens corporativas envolvem múltiplos pagamentos, fornecedores diferentes, regras internas, políticas de aprovação e, muitas vezes, conciliações complexas. É justamente nesse tipo de operação que soluções mais programáveis fazem sentido.
Com o avanço do DREX, surgem possibilidades como:
- maior automação de pagamentos ligados a serviços;
- menos dependência de etapas manuais;
- mais transparência sobre o caminho do dinheiro.
Ainda é um cenário em construção, mas ele ajuda a repensar como o setor pode evoluir nos próximos anos.
Pagamentos programáveis: um conceito que muda a lógica atual
Um dos conceitos mais associados ao DREX é o de pagamentos programáveis, muitas vezes viabilizados por contratos inteligentes.
Em vez de pagar antecipadamente ou resolver ajustes depois, o pagamento pode ficar condicionado a eventos específicos, como a entrega de um serviço. Em viagens, isso poderia impactar reservas, cancelamentos e estornos, reduzindo erros e disputas.
Para o gestor, isso significa menos retrabalho. Para a empresa, mais previsibilidade. Para o mercado, uma mudança gradual na forma de operar.
O que o DREX pode representar para o controle de despesas no futuro?
Do ponto de vista conceitual, o Real Digital traz três discussões importantes para a gestão de viagens:
Transparência
A rastreabilidade das transações facilita auditorias e análises financeiras, algo especialmente relevante em ambientes corporativos.
Segurança
Regras embutidas nos pagamentos ajudam a reduzir usos indevidos e aumentam o controle sobre como o dinheiro é utilizado.
Eficiência operacional
Menos etapas manuais e menos intermediários tendem a simplificar processos ao longo do tempo.
Mesmo que esses benefícios ainda estejam em amadurecimento, eles ajudam empresas a refletir sobre seus modelos atuais.
O DREX como sinal de um movimento maior
Mais do que uma tecnologia específica, o DREX faz parte de um movimento mais amplo de digitalização e inteligência financeira. Ele reforça a ideia de que o futuro da gestão corporativa passa por integração, dados e automação.
Empresas que já buscam centralizar informações, padronizar processos e ganhar visibilidade sobre gastos tendem a se adaptar melhor a esse novo cenário, independentemente da velocidade de adoção do Real Digital.
Plataformas como a Onfly surgem justamente nesse contexto, ao ajudar organizações a estruturar a gestão de viagens e despesas com foco em controle e visão estratégica.
O que vale acompanhar a partir de agora?
Para gestores financeiros e de viagens, o momento é de acompanhamento e aprendizado, não de ação imediata. Entender conceitos como programabilidade do dinheiro, automação financeira e rastreabilidade será cada vez mais relevante.
O DREX ainda está em evolução, mas já cumpre um papel importante: provocar o mercado a repensar processos que, por muito tempo, foram tratados como imutáveis.
E, no setor de viagens, essa reflexão tende a ganhar cada vez mais espaço.
O DREX reforça uma tendência que a Onfly já resolve hoje: dinheiro com regras
Quando se fala em DREX, um dos conceitos que mais chamam atenção é a programabilidade do dinheiro. A ideia de que o próprio meio de pagamento carrega regras embutidas não surge do nada — ela responde a uma dor antiga das empresas: o controle posterior.
Durante anos, a lógica foi a mesma: o dinheiro sai primeiro, o controle vem depois. Políticas existem, mas são verificadas manualmente. Aprovações dependem de pessoas. Exceções se acumulam. E o financeiro passa boa parte do tempo corrigindo o que já aconteceu.
O DREX propõe inverter essa lógica. O dinheiro passa a obedecer regras antes, durante e depois da transação. E é justamente aqui que muitas empresas percebem algo importante: essa mudança não começa na moeda, começa no processo.
Plataformas como a Onfly já operam com esse princípio ao estruturar a gestão de viagens e despesas com políticas claras, limites automáticos e aprovações baseadas em regras. Ou seja, mesmo antes do dinheiro ser “programável”, o gasto já é.
Nesse sentido, o DREX não cria uma nova necessidade. Ele apenas confirma que o caminho é esse: menos controle reativo, mais governança embutida no processo.
O DREX reforça uma tendência que a Onfly já resolve hoje: dinheiro com regras
Quando se fala em DREX, um dos conceitos que mais chamam atenção é a programabilidade do dinheiro. A ideia de que o próprio meio de pagamento carrega regras embutidas não surge do nada — ela responde a uma dor antiga das empresas: o controle posterior.
Durante anos, a lógica foi a mesma: o dinheiro sai primeiro, o controle vem depois. Políticas existem, mas são verificadas manualmente. Aprovações dependem de pessoas. Exceções se acumulam. E o financeiro passa boa parte do tempo corrigindo o que já aconteceu.
O DREX propõe inverter essa lógica. O dinheiro passa a obedecer regras antes, durante e depois da transação. E é justamente aqui que muitas empresas percebem algo importante: essa mudança não começa na moeda, começa no processo.
Plataformas como a Onfly já operam com esse princípio ao estruturar a gestão de viagens e despesas com políticas claras, limites automáticos e aprovações baseadas em regras. Ou seja, mesmo antes do dinheiro ser “programável”, o gasto já é.
Nesse sentido, o DREX não cria uma nova necessidade. Ele apenas confirma que o caminho é esse: menos controle reativo, mais governança embutida no processo.
A economia tokenizada exige dados centralizados (e não planilhas)
Outro ponto pouco explorado quando se fala em DREX é o impacto indireto da economia tokenizada sobre a organização interna das empresas.
Para que uma moeda digital, rastreável e programável funcione bem no ambiente corporativo, é preciso responder rapidamente a perguntas básicas:
- quem gastou,
- em qual contexto,
- sob qual política,
- em qual centro de custo,
- com qual fornecedor.
Empresas que ainda dependem de planilhas descentralizadas, sistemas que não se conversam e conciliações manuais enfrentam um problema estrutural: o dado existe, mas não está organizado.
O avanço do DREX tende a aumentar a exigência por visibilidade, auditabilidade e consistência. Não porque o regulador vai “exigir”, mas porque o próprio modelo torna mais evidente onde estão as falhas de controle.
É por isso que a discussão sobre moeda digital acaba levando, inevitavelmente, à discussão sobre centralização de dados. Antes de pensar em novos meios de pagamento, as empresas precisam garantir que viagens, despesas, aprovações e relatórios estejam integrados e confiáveis.
Nesse cenário, soluções que já oferecem visão unificada do gasto corporativo deixam de ser apenas operacionais e passam a ser infraestrutura de maturidade financeira.
Pagamentos inteligentes começam com aprovações inteligentes
Muito se fala em smart contracts e automação financeira, mas há uma verdade simples que costuma ser ignorada: não existe pagamento inteligente com aprovação caótica.
Antes de qualquer tecnologia avançada entrar em cena, é preciso resolver o básico:
- quem aprova o quê,
- com quais critérios,
- em quais limites,
- e com que nível de exceção.
Hoje, em muitas empresas, gestores ainda gastam tempo excessivo aprovando despesas pequenas, analisando comprovantes incompletos e interpretando políticas ambíguas. Esse modelo não escala — e é incompatível com qualquer visão de automação real.
O DREX aponta para um futuro em que pagamentos podem ser condicionados, automáticos e rastreáveis. Mas esse futuro só faz sentido para empresas que já deram o passo anterior: transformar aprovações em regras, não em decisões manuais repetitivas.
Quando políticas são claras, fluxos são automatizados e exceções são tratadas como sinal de ajuste (não como rotina), o pagamento deixa de ser um gargalo. Ele vira consequência de um processo bem desenhado.
É exatamente nesse ponto que a conversa sobre moeda digital deixa de ser abstrata e se conecta com o presente: quem já organiza aprovações hoje está muito mais próximo dos pagamentos inteligentes de amanhã.
Quer conversar sobre como isso se aplica à sua realidade?
Nem toda empresa precisa agir agora, mas entender o caminho faz diferença. Converse com um especialista da Onfly e esclareça como inovação financeira, controle de despesas e gestão de viagens se conectam no dia a dia.
Uma conversa rápida, sem compromisso — só para trocar ideias e ganhar clareza.

![[Case de Sucesso] Sterlite](https://www.onfly.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image.png)
![[Case de Sucesso – Rota Oeste]](https://www.onfly.com.br/wp-content/uploads/2024/07/arte-case-rota-oeste.png)



