Qual o tempo total gasto pelos gestores aprovando despesas e como podemos reduzi-lo?

A rotina de um gestor já é, por definição, feita de decisões estratégicas. Mas, no meio delas, existe um tipo de tarefa que se infiltra silenciosamente no dia a dia e rouba tempo, foco e energia: a aprovação de despesas.
O problema não é aprovar uma despesa em si. O problema é que o financeiro deixou de ser um momento específico do dia e passou a ser uma camada constante na vida do gestor. Ele aparece entre reuniões, durante deslocamentos, no celular à noite e, muitas vezes, sem contexto suficiente para uma decisão rápida.
Quando isso acontece, o custo não é apenas operacional. É cognitivo, emocional e estratégico.
Por que a aprovação de despesas consome tanto tempo dos gestores?
À primeira vista, aprovar uma despesa parece simples: olhar o valor, conferir o comprovante e clicar em “aprovar”. Na prática, raramente é assim.
Cada solicitação exige uma sequência de microdecisões:
· essa despesa está dentro da política?
· o comprovante é válido?
· o valor faz sentido para esse tipo de gasto?
· isso já foi aprovado antes?
Agora multiplique isso por dezenas de solicitações por semana.
O “custo invisível” aparece nas interrupções constantes. O gestor está em uma reunião estratégica e recebe uma notificação. Depois, outra. E mais uma. Cada pausa quebra o raciocínio, exige retomada de contexto e consome minutos que, somados, viram horas.
Em cenários comuns, não é exagero estimar que um gestor gaste de 2 a 4 horas por semana apenas lidando com aprovações, esclarecimentos e correções de despesas. Horas que poderiam estar sendo usadas para decisões de impacto real no negócio.
E o mais desgastante: muitas dessas análises não são estratégicas. São operacionais, repetitivas e evitáveis.
Os principais vilões do tempo: onde exatamente o processo de aprovação trava
O tempo não se perde em um único ponto. Ele escorre aos poucos, nos atritos do processo.
Falta de informações completas no envio da despesa
O gestor abre a solicitação e percebe que falta o centro de custo, a justificativa ou o projeto relacionado. A aprovação para, a dúvida volta para o colaborador e o ciclo recomeça.
Dificuldade de conferir comprovantes
Notas ilegíveis, fotos cortadas, arquivos anexados fora de padrão. Cada tentativa de “entender” o comprovante consome minutos preciosos e aumenta o risco de erro.
Dúvidas recorrentes sobre a política interna
Sem regras claras ou automatizadas, o gestor vira o intérprete da política. Toda despesa vira um caso a ser analisado individualmente.
Falta de integração entre sistemas
Quando a aprovação acontece em um lugar, o controle financeiro em outro e o lançamento contábil em um terceiro, o retrabalho é inevitável. E o gestor acaba sendo o elo que tenta costurar tudo.
Atrasos na comunicação
Perguntas e respostas espalhadas por e-mail, WhatsApp ou mensagens internas. O tempo de espera se soma, e a aprovação que levaria segundos passa a levar dias.
O resultado é um efeito dominó: minutos viram horas semanais, e o financeiro deixa de apoiar o gestor para se tornar um ruído constante na sua agenda.
Táticas imediatas para reduzir o tempo gasto por gestores
Outro ponto que costuma gerar ganho imediato é reduzir o número de exceções. Quanto mais exceções uma política permite, mais decisões manuais recaem sobre o gestor.
Revisar regras antigas, alinhar limites à realidade atual da empresa e eliminar permissões ambíguas diminui drasticamente o volume de análises individuais. Menos exceção significa menos interrupção e mais previsibilidade no dia a dia.
Além disso, vale repensar quem realmente precisa aprovar o quê. Em muitas empresas, gestores acabam aprovando despesas de baixo valor ou baixo risco apenas por padrão, não por necessidade.
Ajustar alçadas de aprovação e delegar decisões simples libera tempo para que o gestor foque no que realmente exige julgamento estratégico. O financeiro continua no controle, mas sem ocupar espaço desproporcional na agenda de liderança.
Mudanças simples que geram grande impacto
A boa notícia é que não é preciso redesenhar toda a empresa para ganhar eficiência. Alguns ajustes simples já reduzem drasticamente o tempo gasto com aprovações.
Crie um checklist obrigatório para submissão de despesas
Quando o colaborador só consegue enviar a despesa com todos os campos preenchidos, o gestor deixa de perder tempo pedindo informações básicas. Esse ajuste, sozinho, elimina grande parte do vai e volta.
Padronize categorias, limites e regras de aprovação
Quanto menos interpretação, mais rapidez. Regras claras reduzem dúvidas e fazem com que muitas decisões deixem de ser subjetivas.
Centralize a política de despesas em um formato acessível
Modelos claros, exemplos práticos e comunicação objetiva diminuem drasticamente exceções e questionamentos.
Permita aprovações rápidas pelo celular
Aprovar no momento certo, com contexto e clareza, evita acúmulo de solicitações e decisões apressadas no fim do dia.
Automatize validações básicas
Campos obrigatórios, limites por categoria e alertas automáticos eliminam erros antes mesmo de a despesa chegar ao gestor.
Empresas que adotam essas práticas costumam perceber uma redução imediata no tempo de análise, além de menos retrabalho para o financeiro.
Quando a tecnologia entra nesse processo, como acontece em plataformas integradas de gestão de despesas como a Onfly, o ganho vai além do tempo. O gestor passa a ter contexto, segurança e clareza para decidir rápido — sem que o financeiro precise disputar espaço na sua agenda.
Quando o financeiro deixa de interromper, o gestor volta a decidir melhor
A aprovação de despesas não deveria ser um peso silencioso na rotina de quem lidera. Quando bem estruturado, o processo deixa de ser uma sequência de interrupções e passa a funcionar como um fluxo natural, previsível e confiável.
No fim das contas, reduzir o tempo gasto com aprovações não é apenas uma questão de eficiência operacional. É devolver ao gestor aquilo que ele mais precisa para performar melhor: tempo, foco e tranquilidade para decidir.
E quando o financeiro trabalha a favor disso, todo o negócio sente o impacto.
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