Gestão de subscrição B2B: o impacto das salas VIP no financeiro

Assinaturas recorrentes são silenciosas. Diferente de uma passagem aérea ou de uma diária de hotel, elas não chamam atenção no momento da compra. O problema é que, quando não são monitoradas, continuam cobrando mês após mês, mesmo quando quase ninguém usa.
No contexto das viagens corporativas, as assinaturas de salas VIP são um exemplo clássico desse fenômeno. Criadas como benefício para melhorar a experiência do colaborador, elas podem se transformar rapidamente em um vazamento constante de caixa se não houver gestão.
É aqui que entra a gestão de subscrição B2B — um tema cada vez mais relevante para financeiros e RHs que buscam eficiência real, não apenas bons benefícios no papel.
O que é gestão de subscrição B2B e por que sua empresa está perdendo dinheiro?
Gestão de subscrição B2B é o controle estruturado de serviços contratados de forma recorrente, geralmente pagos mensal ou anualmente. O desafio é que, com o tempo, essas assinaturas se multiplicam, mudam de responsável e acabam ficando fora do radar.
Quando isso acontece, surgem as chamadas “zombie subscriptions”: serviços ativos, pagos regularmente, mas pouco usados — ou sequer lembrados.
No universo de viagens corporativas, isso pode incluir:
- programas de salas VIP;
- memberships vinculadas a cartões específicos;
- acessos contratados para colaboradores que já não viajam com frequência.
Sem auditoria periódica, o financeiro só vê a fatura. E paga.
O custo das salas VIP: quando o benefício corporativo vira desperdício
Salas VIP fazem sentido em muitos cenários: conexões longas, viagens internacionais, agendas intensas. O problema não é o benefício em si, mas a desconexão entre custo e uso real.
Algumas perguntas ajudam a revelar o problema:
- quantos colaboradores realmente usam o acesso todos os meses?
- o número de assinaturas acompanha o volume de viagens atual?
- há colaboradores com acesso ativo que quase não viajam?
Quando essas respostas não estão claras, o ROI do benefício começa a cair. O que era pensado para poucos viajantes frequentes passa a ser pago como se fosse um benefício universal — mesmo quando não é utilizado dessa forma.
No fim do mês, o impacto aparece diluído no budget de viagens, mas somado ao longo do ano pode representar um custo relevante sem retorno proporcional.
Por que essas assinaturas são tão difíceis de controlar?
O principal motivo é a fragmentação.
Assinaturas de salas VIP costumam estar:
- vinculadas a diferentes cartões;
- cobradas por fornecedores distintos;
- espalhadas em centros de custo variados; e
- fora do fluxo tradicional de reservas e despesas.
Sem centralização, o controle vira manual. E tudo que é manual tende a falhar com o tempo.
Como implementar um controle eficiente de assinaturas na gestão de viagens
A boa notícia é que o problema não exige soluções complexas — exige organização e visibilidade.
Centralize os pagamentos recorrentes
Concentrar assinaturas em um único meio de pagamento facilita o acompanhamento e a revisão periódica.
Revise acessos de forma recorrente
Auditorias trimestrais ajudam a identificar acessos subutilizados ou desnecessários.
Conecte assinatura ao uso real
Benefícios devem acompanhar o perfil de viagem do colaborador, não apenas o cargo.
Nesse ponto, soluções integradas fazem diferença.
O uso do cartão corporativo da Onfly permite concentrar pagamentos recorrentes ligados a viagens, enquanto o Flow Expense, produto da própria Onfly, ajuda a organizar essas despesas automaticamente, trazendo visibilidade sobre recorrência, valor e categoria do gasto.
O resultado é simples: o financeiro deixa de “lembrar que existe uma assinatura” apenas quando alguém questiona o custo — e passa a enxergar o impacto real no dia a dia.
Subscrição B2B bem gerida não corta benefício — corta desperdício
Um erro comum é associar controle à perda de benefícios. Na prática, acontece o oposto.
Quando a empresa entende quais assinaturas fazem sentido, para quem e em qual contexto, ela consegue:
- manter benefícios relevantes;
- ajustar volume conforme a demanda real; e
- liberar budget para iniciativas mais estratégicas.
Gestão de subscrição B2B não é sobre cortar tudo. É sobre fazer o dinheiro trabalhar melhor.
O financeiro saudável começa nos detalhes
Salas VIP são apenas um exemplo. O mesmo raciocínio vale para qualquer benefício recorrente ligado a viagens.
Empresas maduras olham para o todo: passagens, hospedagem, despesas, pagamentos — e também para aquilo que fica rodando em segundo plano, mês após mês.
É nesse nível de detalhe que a saúde financeira se constrói.
Onde a Onhappy entra nessa conversa sobre benefícios e controle financeiro
Quando falamos em benefícios ligados a viagens, como salas VIP, um ponto costuma passar despercebido: nem todo deslocamento é corporativo, mas muitos acabam sendo tratados como tal na gestão financeira.
A Onhappy surge justamente para endereçar essa fronteira entre vida profissional e pessoal. A proposta é simples: permitir que colaboradores tenham acesso a benefícios e vantagens em viagens pessoais, sem misturar esses gastos com o orçamento corporativo.
Na prática, isso ajuda as empresas a evitarem um problema comum: usar benefícios corporativos, como assinaturas de salas VIP ou acessos pagos pela empresa, para situações que não estão diretamente ligadas ao trabalho. Quando isso acontece, o custo aparece no financeiro, mas o retorno para o negócio é praticamente nulo.
Ao separar claramente o que é benefício corporativo do que é benefício pessoal, soluções como a Onhappy contribuem para:
- reduzir o uso indevido de benefícios pagos pela empresa;
- dar mais clareza sobre onde o dinheiro corporativo está sendo aplicado; e
- manter a experiência do colaborador positiva, sem pressionar o budget de viagens.
Do ponto de vista da gestão de subscrição B2B, essa separação é fundamental. Quanto mais claro é o limite entre gastos da empresa e escolhas pessoais, menor o risco de assinaturas recorrentes se tornarem custos invisíveis ao longo do tempo.
Quer entender onde sua empresa pode estar pagando por benefícios pouco utilizados?
Conversar com um atendente da Onfly pode ajudar a mapear assinaturas, centralizar pagamentos e ganhar visibilidade sobre custos recorrentes ligados às viagens.
Uma conversa simples — que pode revelar economias escondidas no seu financeiro.

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