Fee x DU: entenda a diferença e como isso impacta as viagens corporativas

grupo madero onfly

No universo das viagens corporativas, alguns termos podem gerar dúvidas, especialmente quando envolvem modelos de cobrança aplicados por agências e plataformas de gestão. 

Dois dos mais comuns são Fee e DU, siglas que representam formas distintas de remunerar os serviços de intermediação. Compreender essas diferenças é fundamental para quem busca transparência e previsibilidade nos custos de viagem

Afinal, cada modelo impacta diretamente o orçamento da empresa e pode influenciar desde a tomada de decisão até o controle financeiro do setor.

Neste conteúdo, você vai entender o que é Fee, o que é DU, como cada modelo funciona e por que a transparência nas cobranças é um ponto-chave para uma gestão de viagens eficiente. Confira!

O que é Fee

O termo Fee vem do inglês e significa “taxa” ou “honorário”. No contexto de viagens corporativas, o Fee é uma taxa fixa cobrada por cada serviço prestado pela agência.

Esse valor pode estar associado a diferentes etapas do processo, como:

  • Emissão de passagens aéreas;
  • Reemissões e cancelamentos;
  • Reserva de hotéis;
  • Alterações de itinerário;
  • Entre outros serviços.

Ou seja, o Fee é um valor padronizado, aplicado a cada operação. Se a agência cobra R$150 de Fee por emissão de passagem, por exemplo, isso será cobrado independentemente do preço do bilhete.

O modelo de Fee costuma ser adotado por empresas com alto volume de viagens e processos previsíveis, que desejam controlar melhor o custo de cada movimentação.

Por outro lado, pode se tornar caro em casos de viagens muito dinâmicas, com alterações e cancelamentos frequentes, já que cada solicitação adicional gera uma nova cobrança.

O que é DU

Já o DU, sigla para Distribution Usage, é uma taxa percentual aplicada sobre o valor total da emissão.

Na prática, a agência recebe uma porcentagem do custo da passagem. Por exemplo: em uma emissão de R$40.000 com DU de 10%, a empresa paga R$4.000 à agência, além do valor da passagem.

Diferente do Fee, o DU varia conforme o preço da emissão. Quanto mais cara a tarifa, maior a comissão. Esse formato é comum entre agências tradicionais e costuma ser apresentado como uma forma de “facilitar” a cobrança. 

No entanto, ele pode dificultar a previsibilidade orçamentária, já que o custo final depende de fatores externos, como o preço das passagens e a flutuação cambial.

Outro ponto importante é que o DU nem sempre é claramente identificado nas faturas. Em alguns casos, o percentual aparece diluído entre outros valores, o que prejudica a visibilidade sobre o real custo do serviço.

Principais diferenças entre Fee e DU

Os dois modelos têm impactos diretos na forma como a empresa controla seus gastos. Veja um comparativo simplificado:

CritérioFeeDU
Tipo de cobrançaValor fixo por serviçoPercentual sobre o valor da emissão
PrevisibilidadeAltaBaixa
TransparênciaGeralmente mais claraPode ser confusa
Controle financeiroFacilitadoMais complexo
Indicado paraEmpresas com volume alto e constante de viagensEmpresas com poucas emissões, mas valores variados

De forma geral, o Fee oferece mais previsibilidade, enquanto o DU é mais volátil. Ambos podem funcionar bem dependendo do perfil da empresa, mas exigem clareza e acompanhamento constante.

Por que esses modelos geram confusão?

Mesmo gestores experientes podem ter dificuldades para interpretar cobranças detalhadas quando há diferentes tipos de taxas envolvidas.

Muitas vezes, o DU é aplicado sem explicação clara ou aparece agregado ao valor total da passagem, o que dificulta a auditoria dos gastos.

Já o Fee, embora mais simples, pode somar valores expressivos quando há diversas operações em um curto período.

Esse cenário torna o controle orçamentário mais desafiador. Sem saber exatamente o que está sendo pago, a empresa perde poder de negociação e planejamento.

Por isso, compreender o significado dessas siglas vai muito além da curiosidade: é uma forma de tomar decisões mais conscientes e transparentes sobre os contratos de viagens.

Como o modelo de cobrança afeta a previsibilidade financeira

A previsibilidade é um dos pilares da gestão de viagens corporativas. Quando a empresa sabe exatamente quanto será cobrado por cada serviço, o controle de despesas se torna mais simples e confiável.

O modelo de Fee facilita esse acompanhamento, já que define valores fixos por operação. Contudo, pode gerar custos extras quando há alterações de última hora.

Já o DU é mais volátil. Por depender do valor das passagens, as variações cambiais e de demanda podem elevar o custo total das viagens sem aviso prévio. Esse cenário dificulta o planejamento e compromete a previsibilidade orçamentária.

Em ambos os casos, a falta de clareza nas cobranças pode gerar inconsistências no relatório de despesas e dificultar a prestação de contas. Por isso, é essencial que o gestor tenha visibilidade total sobre o que está sendo pago e por que está sendo pago.

Transparência: o novo padrão nas viagens corporativas

Nos últimos anos, o avanço da tecnologia tem transformado o setor de viagens. Hoje, plataformas digitais permitem que empresas façam reservas, emitam passagens e controlem despesas de forma integrada e sem taxas ocultas.

A transparência passou a ser um diferencial competitivo. Afinal, ninguém quer lidar com faturas confusas ou custos que aparecem apenas depois da compra.

A Onfly acredita que clareza é sinônimo de confiança. Por isso, não trabalha com Fee nem com DU.

Em vez disso, oferece uma plataforma completa e digital, que mostra o valor final diretamente no checkout. O gestor sabe exatamente quanto está pagando antes de confirmar a compra, sem intermediários, sem surpresas e sem burocracia!

Esse modelo simplifica o processo e traz vantagens importantes, como:

  • Previsibilidade orçamentária, com valores fixos e claros;
  • Agilidade no processo de compra e aprovação;
  • Controle total dos gastos, com relatórios e integrações automáticas;
  • Redução de custos, já que não há cobranças extras ou comissões variáveis.

Como identificar o modelo de cobrança da sua empresa

Muitas empresas não sabem ao certo se estão sendo cobradas por Fee, DU ou outro tipo de taxa. Para identificar o modelo utilizado, é importante revisar os contratos e faturas de serviço.

Vale observar:

  • Se há valores fixos aplicados a cada emissão;
  • Se existe percentual de comissão sobre o valor das passagens;
  • Se há cobranças extras em casos de alterações ou cancelamentos.

Com essas informações, é possível mapear o formato atual e avaliar se ele é adequado à realidade da empresa. Caso o modelo gere dúvidas ou custos excessivos, o ideal é buscar soluções mais modernas e transparentes, que garantam previsibilidade e controle.

Onfly: transformando a gestão de viagens corporativas no Brasil

A plataforma da Onfly oferece uma experiência de compra simples e direta, com valores visíveis desde o primeiro clique. Essa transparência permite que as empresas planejem suas viagens com segurança, controle e economia.

Além disso, o uso de tecnologia integrada garante relatórios automáticos, aprovação ágil e total rastreabilidade das despesas, eliminando ruídos comuns em processos manuais ou comissões variáveis.

Empresas que adotam modelos transparentes não apenas reduzem custos, mas também ganham agilidade e previsibilidade financeira, fatores essenciais para um crescimento sustentável.

Optar por plataformas que oferecem preços diretos e visibilidade total dos custos é o caminho para uma gestão mais moderna e econômica.

Faça parte dessa mudança, agende uma demonstração gratuita e descubra como otimizar as viagens da sua empresa com total transparência!

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Stephani Lima
Stephani Lima