Turismo em São Paulo: Estado com maior fluxo de viajantes da Onfly fecha 2022 em alta

black november onfly

O Estado de São Paulo foi a região de maior destaque nos números catalogados pela Onfly, a partir das viagens corporativas dos nossos clientes. Para se ter uma ideia, o trecho Congonhas > Confins > Congonhas foi o mais requisitado com um market-share de 13% e a cidade de São Paulo foi líder nos top destinos dos nossos viajantes, representando mais de 11% do total de hospedagem. 

O primeiro boletim mensal de 2023 do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) apresenta um panorama do que foi 2022 para o setor turístico do estado.  

Se liga!

Movimentação intensa em São Paulo

A tríade – rodoviário, aéreo e hoteleiro – apresentaram bons resultados ao longo do ano passado. Eles apresentaram uma alta considerável em todas as áreas (rodoviário, aéreo e hoteleiro) quando comparados a 2021 e uma recuperação quase total em relação a 2019, último ano antes da pandemia.

Rodoviário

Os terminais rodoviários da capital paulista, representados pelas rodoviárias do Tietê, Jabaquara e Barra Funda,  apresentaram um aumento de 23,5% nas chegadas em relação a dezembro de 2022, se comparados ao mês anterior do mesmo ano. 

Ao longo dos doze meses do ano, desembarcaram nos três terminais da capital um total de 12,8 milhões de passageiros. Este número é 50,2% maior que em 2021 no total e 54,4% maior que em 2021 nos finais de semana. O movimento é 78,1% do volume de passageiros de 2019.

Deste total de passageiros na rodoviárias, 6,1 milhões são apenas nos finais de semana (sexta a domingo). No acumulado de 2022, houve um fluxo total de 516 milhões de veículos nas rodovias monitoradas. Este valor reflete um aumento de 12,65% em relação aos finais de semana de 2021. O movimento de 2022 é 96% do registrado em 2019.

Aéreo

No setor aéreo, segundo a pesquisa do Setur, os embarques e desembarques de passageiros domésticos nos três principais aeroportos do Estado (Congonhas, Guarulhos e Viracopos) em dezembro ficaram 1,2% acima do movimento de novembro. No acumulado, houve um aumento de 48,6% em 2022 em relação ao ano de 2021. Os três principais aeroportos tiveram um total de 65,2 milhões de embarques e desembarques no ano passado. Esse número é 86,4% do volume de passageiros de 2019.

Considerando os aeroportos regionais de Araçatuba, Bauru, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, em dezembro houve alta de 4,4% em relação ao mês anterior. No ano de 2022, o fluxo total foi de 1,5 milhão de passageiros, o que representa 36% a mais que no ano de 2021 e 68,4% do número total de passageiros de 2019.

Hotelaria

Para o setor hoteleiro, o ano de 2022 teve praticamente o mesmo desempenho de 2019 e bem acima de 2021. A ocupação média dos hotéis em todo o Estado foi de 57,46% no ano passado, contra 37,57% de 2021 e 58% de 2019.

Taxa de ocupação média no estado em 2022: 57,46%
Taxa de ocupação média no estado em 2021: 37,57%
Taxa de ocupação média no estado em 2019: 58%

Taxa de ocupação média na Capital em 2022: 60,73%
Taxa de ocupação média na Capital em 2021: 38,29%
Taxa de ocupação média na Capital em 2019: 68%

Seis Macrorregiões Turísticas (MRTs) apresentaram aumento na taxa de ocupação em relação ao mês anterior. As MRTs corporativas apresentaram queda, por conta do período das festas de final de ano, o que historicamente desacelera a demanda corporativa.

Viagens corporativas e a relação sazonal 

Apesar dos números acima aglutinarem o turismo como um todo. É inegável que São Paulo é o polo nacional da economia, inovação e do movimento e por isso existe uma grande concentração e demanda da ala corporativa por esta região.

Afinal as maiores empresas do Brasil e do mundo possuem sede no Estado paulistano, por isso é importante se firmar e prospectar novos negócios por ali. Outro grande ponto que colabora para este crescimento são os eventos corporativos que acontecem majoritariamente na região.

Neste sentido, o mercado das viagem corporativas esbarra na baixa histórica das datas de fim de ano. Fator muito visível no setor hoteleiro corporativo, no mês de dezembro de 2022 houve uma retração para as MRTs corporativas na capital paulista com -11,61%). O estudo realizado pela ABIH-SP mostra que dezembro é início da alta temporada do lazer e temporada intermediária para o corporativo. As MRTs com apelo principal corporativo tendem a reduzir as taxas de ocupação e diária média.

Os dados históricos mostram que o mês de novembro normalmente é o último mês corporativo
de alta ocupação.

Que venha 2023, São Paulo!

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José Alberto Rodrigues
José Alberto Rodrigues

Olá! Me chamo José Alberto Rodrigues. Sou jornalista e pós-graduado em Comunicação e Marketing. Sou o Analista de Conteúdo na Onfly e nos últimos meses venho me dedicando a entender como funciona o mercado de viagens corporativas e como otimizar os custos de viagens das empresas. Para falar comigo, é só mandar um e-mail para jose@onfly.com.br